
Aqui, a floresta se transforma em sala de aula
Imagine aprender Ciências caminhando entre árvores, observando espécies, levantando hipóteses e encontrando respostas na própria natureza.
No Jardim Botânico Escolar do Colégio Le Petit Nicolá, localizado na Serra da Cantareira, os alunos não estudam o meio ambiente apenas pelos livros. Eles investigam a biodiversidade, participam de pesquisas, utilizam tecnologia e transformam descobertas em ações reais.
É uma experiência que desperta curiosidade, autonomia e pertencimento — porque, quando o conhecimento é vivido, a aprendizagem deixa marcas para toda a vida.
Aqui, nossos alunos não apenas aprendem sobre o mundo. Eles aprendem a cuidar e a transformá-lo.

Quando o conhecimento se transforma em ação
No Jardim Botânico Escolar do Colégio Le Petit Nicolá, os estudantes aprendem a observar o território, investigar problemas reais e desenvolver soluções capazes de gerar impacto. Localizado na Serra da Cantareira, em Mairiporã, esse laboratório vivo conecta ciência, educação ambiental, inteligência artificial, robótica e empreendedorismo.
A experiência faz parte do programa internacional CONNECT Science, em parceria com a The Open University, da Inglaterra. Durante o projeto, os alunos identificaram desafios ambientais, formularam hipóteses, construíram protótipos, validaram ideias e apresentaram os resultados de suas pesquisas.
Neste vídeo, Lucas Prado representa os estudantes do Colégio Le Petit Nicolá e mostra como a metodologia CARE–KNOW–DO transforma o processo de aprendizagem: primeiro, o aluno aprende a cuidar; depois, aprofunda o conhecimento; por fim, utiliza aquilo que aprendeu para agir e transformar.


PROTAGONISMO ESTUDANTIL - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Um espaço construído com as mãos, as ideias e o propósito dos nossos alunos
O Jardim Botânico Escolar do Colégio Le Petit Nicolá está localizado na Serra da Cantareira, em Mairiporã, e foi desenvolvido com a participação ativa dos estudantes. Desde a observação do território e o planejamento dos espaços até a preparação das trilhas, o plantio e as ações de preservação ambiental, os alunos vivenciaram cada etapa do projeto.
Mais do que acompanhar uma obra, eles participaram de uma experiência interdisciplinar que integrou Ciências, educação ambiental, tecnologia, sustentabilidade, colaboração e protagonismo estudantil. A metodologia CARE–KNOW–DO orientou esse processo: primeiro, aprender a cuidar; depois, pesquisar e conhecer; por fim, utilizar o conhecimento para agir e transformar.
O resultado é um laboratório vivo, construído pela comunidade escolar e utilizado para formar estudantes conscientes, responsáveis e conectados ao território em que vivem.
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